• Formado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
  • Residência de Neurocirurgia na Santa Casa de Belo Horizonte.
  • Fellow em Radiocirurgia e Neurocirurgia Funcional pela Universidade da Califórnia Los Angeles (UCLA) EUA.
  • Neurocirurgião do Corpo clínico do Hospital Sirio Libanês e Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo
  • Autor do Neurosurgery Blog
  • Autor de 4 livros
  • Colaborador na criação de 11 aplicativos médicos.
  • Editor do Canal do YouTube NeurocirurgiaBR
  • Diretor de Tecnologia de Informação da Associação Paulista de Medicina (APM) 
  • Delegado da Associação Médica Brasileira (AMB)

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Pressão alta: 3 medicamentos comuns no dia a dia que podem ser fator de risco para a hipertensão. Dr. Julio Pereira – Neurocirurgião São Paulo – Neurocirurgião Hospital Sírio-Libanês

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A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Embora fatores como histórico familiar, dieta rica em sódio e sedentarismo sejam amplamente reconhecidos como fatores de risco, o uso de alguns medicamentos comuns no dia a dia também pode contribuir para o desenvolvimento da hipertensão ou agravar a condição em indivíduos já diagnosticados.

Entre os medicamentos que podem aumentar a pressão arterial, destacam-se:

  • Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): Medicamentos como ibuprofeno e naproxeno, frequentemente utilizados para aliviar dores e inflamações, podem interferir na função renal e nos vasos sanguíneos, levando ao aumento da pressão arterial.
  • Descongestionantes nasais: Medicamentos que contêm pseudoefedrina ou fenilefrina, comuns em descongestionantes nasais, podem causar vasoconstrição, ou seja, estreitamento dos vasos sanguíneos, resultando em elevação da pressão arterial.
  • CORTICOIDE: OS CORTICOIDES podem afetar os níveis de cortisol e a regulação do sistema cardiovascular, aumentando o risco de hipertensão.

É importante ressaltar que o uso desses medicamentos não causa necessariamente hipertensão em todas as pessoas, mas pode representar um risco maior para indivíduos com predisposição à condição ou com outros fatores de risco associados. A automedicação e o uso prolongado desses medicamentos sem acompanhamento médico devem ser evitados.

Para indivíduos que utilizam esses medicamentos e possuem fatores de risco para hipertensão, é fundamental monitorar regularmente a pressão arterial e informar o médico sobre o uso de tais medicamentos. O médico poderá avaliar os riscos e benefícios do medicamento e, se necessário, ajustar a dose ou recomendar alternativas.